Universitários defendem mais rigor nos vestibulares de Direito
Para o estudante do 7º período de Direito da UFRN, Fábio Henrique de Miranda Félix, a explicação é que muitos usam o curso para "brincar" de ser advogado. "Estudante de direito é sinônimo de descompromisso e as faculdades também não têm critérios mais rigorosos de seleção do pessoal", afirmou.
Bruno Oliveira defende que MEC e OAB monitorem faculdades com mais rigidez Foto:
Já Bruno Félix de Oliveira Miranda, do 9º período, disse que os baixos índices de aprovaçao são um reflexo da abertura descontrolada de cursos pelas universidades. "O MEC e a própria OAB têm culpa nisso porque não fazem uma monitoração adequada do funcionamento desses cursos", considerou.
Apesar de o exame da OAB ser conhecido por seu rigor, o advogado Tiago Amorim não teve muitas dificuldades. Aprovado na primeira tentativa, ele disse que falta mais preparo aos novos advogados, devido ao grande número de faculdades em Natal. "A OAB está certa em manter o nível de rigor, pois não podemos frustrar as pessoas que procuram um advogado", comentou.
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Edição de sexta-feira, 29 de maio de 2009
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