O desenvolvimento de nanochips possibilitará, também, a construção de nanoestruturas capazes de atuar no organismo humano, em funções como a desobstrução de artérias, a eliminação de tumores cancerígenos e um sistema de drug delivery, capaz de fazer com que drogas medicinais sejam aplicadas diretamente nas áreas afetadas, ao invés de em todo o organismo. "Cientificamente, não existe nada que impeça esse desenvolvimento. Estaremos a um passo de brincarmos de Deus".
Lins Albuquerque lembra que a engenharia molecular é mais recente que a engenharia genética, mas vem experimentando mais avanços. "Queremos ir até o âmago do DNA. O código genético foi mapeado, mas 95% da estrutura do DNA permanece com suas funções desconhecidas pela engenharia genética".
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Edição de domingo, 31 de maio de 2009
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