De acordo com o superintendente da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) de Natal, Adelmo Freire, o mercado de trabalho exige um mínimo de conhecimentos. "Hoje é fundamental o conhecimento em novas tecnologias. Uma empregada doméstica tem que saber acionar o alarme de uma casa, atender um telefone celular, ligar e desligar um computador", citou. Presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomercio/RN), Marcelo Queiroz diz que as pessoas não investem em si mesmas. "As pessoas terminam o segundo grau e não fazem mais nada. Não buscam qualificação especializada". Segundo ele, o salário mínimo deve ser adotado como referência para os trabalhadores, que devem ter em mente que, quanto mais qualificado, maior o poder de barganha na negociação de um salário maior. De acordo com os representantes do setor varejista potiguar, o salário médio pago varia entre um e 2,5 salários mínimos (R$ 465 e R$ 1.162,50). "Pode não ser muita coisa, mas as pessoas devem ter consciência da necessidade de investirna própria carreira. Com isso, ele vai poder negociar com a empresa", enfatiza.
Adelmo Freire, da CDL Natal Foto: Dluca/DN/D.A Press
Copyright
- Diariodenatal.com.br | todos os direitos reservados. É proibida
a reprodução parcial ou total do conteúdo
desta página sem a prévia autorização |
redacao.rn@diariosassociados.com.br