Assim como no resto do mundo, o Parkour chegou ao Brasil através de videos na internet. Praticantes de diversas cidades como Brasília, São Paulo, Curitiba e Florianópolis começaram a treinar baseado no que viam nos videos de David Belle, em 2004, e de informações muito escassas em sites internacionais. A partir daí surgiu a comunidade brasileira de Parkour.
Foto: Geandson Oliveira/ DN/D.A press
Dentro de sua filosofia do crescimento físico e psíquico, a atividade não estimula competições. Ele é por sua essência não competitivo Os interessados em competições costumam usar outros nomes, como o caso do "Parcouring", na Alemanha, e "Freerunning" em campeonatos na Áustria e Inglaterra.
Adaptando a prática às ruas, saiu o "Combattant", uma atividade exclusivamente militar e retirou-se o "S" para enfatizar a eficiência: Não é eficiente escrever uma letra que não é pronunciada. Substitui então o C pelo K, para dar um tom mais agressivo à palavra. Assim, "Parcours du Combattant" se tornou o que hoje conhecemos como Parkour.
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Edição de domingo, 31 de maio de 2009
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