Segundo o presidente do Sindicato das Empresas Imobiliárias do Rio Grande do Norte (Secovi RN), Renato Gomes Netto, outras construtoras do estado deixaram de financiar por conta própria e recorreram aos bancos para se capitalizar mais rápido e tornar a aquisição de imóveis mais atrativa para os consumidores.
Esse movimento, diz ele, vem sendo percebido nos últimos quatro anos, mas foi acelerado em função da crise e, especificamente em 2009, com a redução das taxas de juros na Caixa.
O financiamento bancário possibilita que a construtora se capitalize mais rápido - porque o valor do imóvel é repassado a ela, na hora que o cliente tem o cadastro aprovado pelo banco. Outro ponto é que os prazos para o financiamento bancário chegam a 30 anos, enquanto nos autofinanciamentos ficam na casa dos oito anos.
"O prazo mais curto sobrecarrega os consumidores", diz o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci RN), Waldemir Bezerra. "Além disso, tem as correções, os balões e tudo isso pesa. Para o consumidor, o importante é ter prestações e juros compatíveis com o salário que ganha", defende.
Voltar
Clique na imagem para
vê-la maior
Edição de domingo, 21 de junho de 2009
Edições anteriores
Selecione a data do
Diário que você
deseja visualizar
Copyright
- Diariodenatal.com.br | todos os direitos reservados. É proibida
a reprodução parcial ou total do conteúdo
desta página sem a prévia autorização |
redacao.rn@diariosassociados.com.br