Consumidor Edição de segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Reclamação é comum entre usuários
O músico Sílvio Franco e o jornalista Luciano Dantas vivem problemas semelhantes quanto ao 3G. Os dois pensavam que iriam ter uma boa ferramenta para dar agilidade aos seus trabalhos mas ganharam uma dor de cabeça. Oscilações da velocidade de transmissão de dados, absoluta falta de acesso e má vontade das operadoras para solucionar os seus problemas são as queixas comuns aos dois. Sílvio Franco reclama que em alguns horários o serviço não funciona e a velocidade fica longe do que foi oferecida.
Trabalhando com jornalismo e publicidade (o que requer uma troca constante de informações pela internet), Luciano Dantas se queixa do fato de ter sido informado que nos dois primeiros meses teria táfego ilimitado. "Não era verdade. No primeiro mês que eu paguei o limite do contrato a operadora cobrou o excesso de tráfego", fala ele.
O Idec, a Anatel e o Ministério Público Federal entraram com uma ação no Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça para que providências sejam tomadas a fimde que as cláusulas abusivas sejam excluídas do contrato e não haja publicidade enganosa. "Lembro que o consumidor tem todo o direito de cancelar o serviço, independente de qualquer programa de fidelização", fala a advogada Estela Guerrini.
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