Economia Edição de segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Desafio para o Brasil
Na opinião de especialistas, o combustível de segunda geração tem potencial para prejudicar as exportações brasileiras caso o país não acompanhe o ritmo das pesquisas mundiais, perdendo competitividade. O Brasil tem potencial para produção da segunda geração, já que pode aproveitar a estrutura existente das usinas, no entanto, necessita de investimentos para tornar o produto economicamente viável. "O Brasil pode ter um produto competitivo desde que todo o recurso disponível não seja investido no petróleo, prejudicando as pesquisas no desenvolvimento de fontes de segunda e terceira geração", diz Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura. Segundo o governo federal, a Petrobras deve produzir no ano que vem 4 milhões de litros do combustível avançado, como primeiro teste. No entanto, a empresa não divulga o montante dos investimentos nem prazos para a utilização do produto em escala industrial.
A expectativa do setor é de que a COP 15, reunião das Nações Unidas sobre meio ambiente, no mês quevem, em Copenhage, estabeleça novas regras para o setor.
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