Imobiliária paulista já inaugurou sua sede em Petrópolis e tem grandes planos para o RN
Louise Aguiar Especial para o Diário de Natal
A retomada do crescimento pela qual passou o mercado imobiliário potiguar em 2009 deixará as perspectivas otimistas para 2010. As centenas de unidades lançadas ao longo do ano, principalmente neste segundo semestre, e o sucesso de vendas de absolutamente todas prepararam o terreno para um incremento ainda maior no próximo ano. Do segmento de alto luxo aos imóveis mais populares, voltados para o programa federal "Minha Casa, Minha Vida", as apostas são altas.
Ricardo Bezerra explica que, antes de abranger o plano de expansão, empresa cuidou de se capitalizar na bolsa de valores. Foto: Fábio Cortez/DN/D.A Press
De olho nessa tendência promissora, a paulista Lopes Imobiliária resolveu aportar em Natal. Considerada a maior empresa de comercialização e consultoria de imóveis no Brasil, com atuação em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Pernambuco, Ceará, Pará e Distrito Federal, a empresa inaugurou na última sexta-feira sua filial na capital, que, mesmo recém-inaugurada já tem duas mil unidades para colocar no mercado em 2010.
Segundo o sócio e diretor executivo da Lopes em Fortaleza, Ricardo Bezerra, a empresa é especializada em em intermediação imobiliária, ou seja, em compra e venda de imóveis. Apesar de os aluguéis não serem o foco da Lopes, a empresa também atua nesse ramo. Para Bezerra, o grande diferencial da imobiliária é ter o capital aberto, o que a credencia no mercado como uma empresa séria e comprometida.
"A Lopes aproveitou a oportunidade da abertura do capital na Bolsa de Valores para iniciar o processo de expansão pelo Brasil. Vislumbramos Natal como uma praça muito boa, em franca expansão, e estamos acreditamos que teremos muitos empreendimentos para comercializar aqui", disse Bezerra em entrevista ao Diário de Natal.
Com 73 anos de mercado, a Lopes ainda não tinha apostado na capital potiguar porque, de acordo com Bezerra, não fazia sentido expandir as operações antes de abrir o capital da empresa. "A partir de 2006 é que procuramos uma expansão nacional. De lá pra cá, vislumbramos Natal como um mercado muito promissor e agora estamosaqui", acrescenta.
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Atualizado em 22|11|2009
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