Colunas Edição de sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Cartas
Tragédias climáticas
O Nobel de Economia de 2008, Paul Krugman, renomado colunista do New York Times, publicou seu ultimo artigo do ano, citando o que viu na primeira década do III milênio, com o titulo "O Grande Zero", com relação à economia, qualidade de vida e as bolhas que afetaram o mundo, e poucas realizações ou ações positivas principalmente por parte dos governantes. "Foi a década em que nada realizamos e nada aprendemos", falou tudo o que o mundo precisava ouvir, nós vamos mais longe, na virada do milênio, esperávamos um mundo novo, mas nada foi feito, vejam a degradação do meio ambiente, o aquecimento global, as mudanças climáticas e por fim a tragédia da COP15 em Copenhague, que foi o grande fiasco. Os cientistas, climatologistas e glaciologistas citaram que todas as ações do aquecimento global e mudanças climáticas foram provocadas pelo ser humano, pela ganância no desmatamento e pelas monoculturas acabando com a cobertura vegetal e devastação das florestas ao redor do mundo. E o que foi pior,nenhum dos 192 governos ouviu os conselhos de Lord Nichols Stern, de que há 10 anos deveriam aplicar num fundo mundial contra as mudanças climáticas 1% do PIB mundial. Como nada foi feito hoje gastam 20% no combate às tragédias que a cada dia aumentam o seu poder de destruição. Esse foi um retrato do mundo na primeira década do III milênio.José Pedro Naisser, por e-mail
Zelaya
Ele passou o Natal em nossa embaixada, com ceia e cantorias, mas desprestigiado e, a cada dia, com menos apoio popular. Seu reveillon, ainda naquele hotel de luxo que lhe cederam às nossas custas, não deverá ser diferente, vendo ao longe a comemoração de seus compatriotas, que decidiram eleger um novo governo, e uma vida nova. Mais do que a virada de um ano, será a virada de uma ridícula página da história de Honduras que ele escreveu, ao cair na conversa de Hugo Chávez, Lula e demais companheiros bolivarianos.Ronaldo Gomes Ferraz, por e-mail
Errata
Na matéria publicada no dia 30 de dezembro na editoria de Economia, intitulada "R$40 mil para IPTU pago em dia", é relatado que a subsecretária de comunicação da Prefeitura, Andrea Mota, teria informado que os gastos com a campanha publicitária do sorteio ficariam em torno de R$ 400 mil. A informação correta é de que o valor é referente ao total da premiação que será distribuída nos 10 meses do sorteio, e não ao gasto com publicidade. A declaração foi dada, de fato, pela Secretaria de Tributação, e não de Comunicação. Pelo equívoco, pedimos desculpas aos leitores.
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