Não basta saber que a Mesa Diretora do Senado liberou aos senadores um benefício: a possibilidade de usar a verba de passagem aérea que não foi utilizada em 2009. É importante saber quem são as pessoas que compõem e assinam tal medida: o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP) e os senadores Serys Slhessarenko (PT-MT), Heráclito Fortes (DEM-PI), Mão Santa (PSC-PI), Patrícia Saboya (PDT-CE) e Gerson Camata (PMDB-ES). Com exceção de Sarney, todos os outros disputam a reeleição. Cientes de que nada de mal lhes acontecerá, esse grupo de covardes, useiros e vezeiros do dinheiro público, dá às costas à nação e segue rindo da cara do eleitor. As mudanças propostas no auge dos escândalos contra Sarney viraram pó. A única faxina virá das urnas, pois a atitude tomada pela Mesa dá sinais de que tudo continuará como dantes no castelo de Abrantes. Izabel Avallone, por e-mail
Caças
Se a decisão for técnica, ou seja, baseada no custo-benefício do avião, os caças a serem comprados serão os suecos Gripen. Se a decisão for política, os caças americanos poderão ser os escolhidos, pois apesar de mais caros, e do problema da transferência de tecnologia, o Brasil precisa urgentemente aumentar seu volume de exportação para os Estados Unidos, como ficou claro com o pífio resultado da balança comercial em 2009, e essa compra poderia ter como contrapartida a quebra de barreiras que dificultam as nossas exportações para aquele imenso mercado consumidor. Se a decisão for pessoal, ou seja, sem levar em conta os interesses do Brasil, mas levando em conta apenas uma retribuição aos franceses por sua escolha como homem do ano de 2009 pelo Le Monde, e a paparicação que Sarkozy lhe tem feito ultimamente, Lula poderá escolher o pior avião, aquele que nunca conseguiu vencer qualquer concorrência mundial, o caça Rafale da Dassault. Ronaldo Gomes Ferraz, por e-mail
Desserviços públicos
Vendo o noticiário ao longo dos anos, constata-se que a impunidade, a falta de objetivos, o compromisso com o "por fora" e não com resultadose a obsessão por vantagens indevidas são marca registrada dos que se guindaram a cargos públicos. Nesta oligarquia cleptocrática o monopólio do Estado tem a "receita" garantida e a satisfação dos "funcionários" importa mais que a dos "clientes" pagadores obrigatórios dos impostos. . Mário A. Dente, por e-mail
Clique na imagem para
vê-la maior
Edição de sábado, 9 de janeiro de 2010
Edições anteriores
Selecione a data do
Diário que você
deseja visualizar
Copyright
- Diariodenatal.com.br | todos os direitos reservados. É proibida
a reprodução parcial ou total do conteúdo
desta página sem a prévia autorização |
redacao.rn@diariosassociados.com.br