Economia Edição de terça-feira, 19 de julho de 2011
Concorrência com municípios vizinhos
Em Natal, o decreto de lei n.º 2.954/1984 exige uma proporção de mil habitantes para cada táxi em circulação. O número máximo de 1.010 taxistas já foi atingido em 2009, e desde essa data o número de permissionários em Natal permanece o mesmo. O que preocupa a categoria natalense é a concorrência com municípios como São Gonçalo do Amarante e Parnamirim. "Veículos de São Gonçalo do Amarante já são permitidos de circular e pegar corrida na Zona Norte de Natal. Se não houver uma fiscalização consistente por parte da Semob, em relação ao desrespeito da ordem de não pegar corridas no restante da capital, iremos ser ainda mais prejudicados", realçou Alex Manguinho.
A venda de placas é outro negócio que vem se tornando cada vez mais frequente, apesar de não ser legal. Com o congelamento da entrada de novos permissionários no mercado natalense, o preço de uma placa atinge valores superiores a R$ 55 mil. "Não aconselho a nenhum taxista vender a sua placa. Isso porque já é difícil entrar no ramo, sendo uma profissão queconsegue atender ao suprimento familiar, imagine regressar à função. É quase impossível", fortaleceu Manguinho.
De acordo com Márcio Ataliba, diretor do Departamento de Operações e Permissão da Semob, o município não tem como intervir na venda de placas e que o valor cobrado varia de mercado para mercado.
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